Segundo esta nota aqui do jornal Sul Africano IOL, pesquisadores americanos e argentinos descobriram que o cérebro de Alber Einstein possuia características físicas estruturais significativamente diferentes das pessoas "normais".
Números de células especiais maiores e área responsável pelo raciocinio matemático 15% maior foram algumas das diferenças encontradas em seu cérebro, que foi preservado para estudos científicos após a cremação do seu corpo.
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